11 dicas para um currículo em inglês perfeito

Currículo em inglês

Um mercado globalizado e a possibilidade de trabalhar remotamente para empresas no exterior oferecem um potencial gigantesco de rendimentos em dólares para os profissionais preparados para essas oportunidades.

E o primeiro passo para ser achado por essas empresas é preparar seu currículo em inglês de acordo com os padrões usados pelo mercado internacional. Não basta fazer uma tradução simples do seu currículo original, por isso nesse post listamos algumas dicas para lhe ajudar a ter o CV em inglês perfeito.

1) Use as mesmas palavras-chave listadas pela empresa no anúncio da vaga

Muitos criam o currículo perfeito em sua visão, mas esquecem de olhar as demandas do mercado. Além disso, vemos diversos candidatos que usam exatamente a mesma versão dos seus currículos para todas as vagas e, assim, perdem, uma grande oportunidade.

As empresas vão lhe mostrar palavras-chave na divulgação da vaga, seja na listagem de competências ou de “soft skills” que são importantes de acordo com a cultura de organização. Ajuste a tradução de seu currículo em inglês para incluir essas expressões de uma forma que fiquem destacadas para que sejam facilmente identificadas pelo recrutador. Uma forma simples de aumentar sua taxa de sucesso ao se candidatar a uma vaga.

2) Inclua números e indicadores de suas realizações

Essa é uma tendência global no mercado de recrutamento e seleção, independentemente do país. Não basta listar suas qualificações e conquistas, você precisa quantificar essas realizações. Esse modelo de CV quantitativo é visto com ainda mais frequência nos países de língua inglesa.

Assim, assegure-se que cada etapa de sua carreira profissional seja corroborada por conquistas quantitativas, mostrando de forma efetiva o valor que você entregou para sua empresa e seus clientes. Se KPIs são importantes no seu trabalho, eles também são importantes em seu currículo traduzido em inglês.

3) Seja breve e objetivo, priorize suas habilidades mais importantes

Um recrutador gasta menos de 10 segundos na primeira análise de um currículo, ou seja, você precisa causar uma boa impressão inicial e estimular o profissional de RH a olhar seu CV em mais detalhe.
Portanto, use a área do Resumo Inicial no seu CV para destacar de forma contundente aquilo que você tem de melhor.

Não é necessário incluir todas as empresas nas quais você trabalhou ao longo de sua carreira, foque nas últimas experiências e naquilo que importa para a vaga que você quer. Um currículo enxuto de 1 página (ou 2, no máximo) tem mais valor do que uma “enciclopédia” que ninguém terá a paciência ou o tempo de ler.

4) Use linguagem ativa

Essa é uma característica bem importante de um currículo em inglês eficaz, você precisa detalhar sua experiência em primeira pessoa, usando termos específicos que realcem suas competências.

Por exemplo, use termos como “accomplished” e “completed” para introduzir aquilo que você entregou, sempre lembrando de usar números e indicadores, conforme mencionamos anteriormente.

5) Destaque suas informações de contato

Parece óbvio (e é mesmo), mas algumas pessoas esquecem de incluir informações básicas como o e-mail de retorno ou número de telefone no cabeçalho do currículo. Lembre-se que muitas vezes o arquivo foi enviado via um formulário no site da empresa ou um e-mail genérico de recrutamento e se você não incluir essas informações de contato, a empresa pode ter dificuldade de lhe enviar um retorno.

Um outro ponto importante aqui, que é diferente do modelo padrão de CV que usamos no Brasil, é que para países como EUA, Canadá e Austrália você NÃO deve incluir informações pessoais na introdução de seu CV em inglês, como Estado Civil ou Número de Filhos. Esse tipo de informação pode até surgir em uma eventual conversa durante o processo de entrevista, mas não é relevante nesse momento inicial.

6) Inclua um link para seu perfil do LinkedIn (ou website)

Mencionamos em detalhes em um post anterior sobre a importância de otimizar seu perfil do LinkedIn em inglês para ser encontrado por recrutadores internacionais. E associar seu LinkedIn ou site com seu currículo em inglês é uma forma inteligente de destacar conteúdos e outras formas de mídia que podem lhe dar uma vantagem na concorrência pela vaga com outros profissionais.

Inclua o link de seu perfil ou website no início do seu CV para que empregadores que se interessem pelo seu resumo consigam acessar de forma fácil mais informações de suas competências ou serviços oferecidos.

7) Use linguagem simples

Tão importante quanto usar uma estrutura verbal ativa é priorizar uma linguagem simples quando possível, em vez de usar muitos jargões, pois a pessoa responsável pela primeira leitura do seu currículo na empresa pode não ter o conhecimento técnico necessário para entender de forma clara o que você quer relatar.

Aqui, também precisamos levar em conta a cultura de objetividade dos países desenvolvidos, onde “ir direto ao ponto” é extremamente importante.

8) Evite a repetição excessiva de palavras

Essa dica vale tanto para seu CV em inglês quanto em português. A repetição excessiva, seja no início das frases ou no uso de termos técnicos, torna a leitura do conteúdo cansativa e gera uma primeira impressão ruim.

É importante no processo de tradução em inglês identificar quais os sinônimos que se aplicam para cada situação, garantindo que um especialista nesse processo faça uma revisão da versão final no currículo para evitar o uso de palavras com significados dúbios ou que não são usadas em casos específicos.

9) Não inclua datas no seu histórico acadêmico

Seu objetivo é listar as graduações que você concluiu ou está cursando, quando você conquistou seu diploma tem uma importância menor.

Principalmente para os profissionais com mais tempo de experiência no mercado, incluir a data de conclusão de curso há mais de 10 anos atrás pode lhe dar uma desvantagem contra alguém que conseguiu seu diploma mais recentemente. Infelizmente, essa é a realidade em vários processos, e retirar a informação da data de seu CV pode permitir que suas outras qualificações ganhem destaque, mesmo que o responsável pelo processo tenha algum “preconceito” contra idade.

10) Se você não tem experiência, foque nas suas habilidades

Nesse caso, vamos olhar o outro extremo. Se você está começando a sua carreira profissional e não tem experiências a serem listadas, o foco de seu currículo traduzido ao inglês deve ser nas suas realizações acadêmicas.

Destaque projetos nos quais você participou, pesquisas que realizou, bem como qualquer trabalho voluntário ou como freelancer (sempre lembrando dos indicadores numéricos) que realizou durante sua vida acadêmica.

Os profissionais de tecnologia que buscam um emprego no exterior devem listar as linguagens e tecnologias que dominam, cursos e eventos em que participaram e eventuais referências que podem confirmar esse conhecimento caso sejam contatados pelo empregador.

11) Evite o excesso de jargões

Como última dica, principalmente em uma época que os “entendidos” fazem questão de incluir um jargão de mercado a cada 5 palavras que falam ou usam em um texto, certifique-se de que o texto do seu currículo em inglês não tenha um excesso de jargões que tirem o brilho de suas realizações. Não adianta nada ter o “mindset” correto para uma vaga, ou a experiência em “pivotar” seus conhecimentos para estar à frente das “disrupturas” do mercado se você não consegue entregar valor à empresa que precisa de seus “skills” (entendeu o que queremos dizer ?)

Esperamos que essas dicas lhe ajudem a ter o CV em inglês ideal para concorrer as vagas atuais que oferecem muitas oportunidades para brasileiros que querem concorrer a vagas de trabalho no exterior. Se você precisar de ajuda, visite nossa página de serviços especializados de preparação de perfis do LinkedIn e currículos em inglês, além de um serviço exclusivo de preparação de profissionais para entrevistas de emprego em inglês.

E se você quer ouvir histórias de profissionais que já vivem essa realidade, ouça os episódios no nosso podcast Trabalhar no Exterior, com entrevistas cheias de dicas práticas para quem deseja ter uma experiência profissional internacional.

Aproveite vagas de TI no exterior (e ganhe em dólar)

Vagas de TI no exterior

Não é segredo algum que o mercado de trabalho mudou. Se antigamente a presença no escritório era obrigatória e profissionais de tecnologia tinham que morar em grandes centros para garantir as melhores vagas, um dos únicos pontos positivos da pandemia foi a disseminação do trabalho remoto, que virou o mercado de ponta cabeça e permitiu que boa parte das pessoas possa trabalhar de casa. Essa é uma tendência global que criou múltiplas oportunidades em diversos segmentos, principalmente na área de Tecnologia da Informação.

Assim, nesse post, vamos discutir essa nova realidade e como você pode buscar vagas de TI no exterior, para receber sua remuneração em dólares e não ter que se preocupar com o custo de vida em outro país ou o processo de visto.

The great resignation

O primeiro ponto que vamos abordar para entender o motivo do aumento do número de vagas de TI no exterior, e mais especificamente nos EUA, foi o que a mídia americana está chamando de “The Great Resignation”. Basicamente, muitas pessoas pediram demissão nos últimos meses durante a pandemia (4,3 milhões somente em agosto/2021) por vários motivos: mudança de carreira (ou mudança de vida), necessidade de ficar em casa para cuidar dos filhos devido ao ensino online (fato que impactou muito as mulheres), realocação para outra cidade para reduzir o custo de vida, entre outros.
O fato é que as empresas enfrentam um turnover muito alto e o número de novas vagas abertas para posições ligadas a tecnologia demonstra isso.

NOVAS POSIÇÕES DE TI NOS EUA

Novas Posições de TI nos EUA

Novas Posições de TI nos EUA

Como você pode ver, em 2021 as empresas nos EUA abriram 145.000 novas vagas, um aumento significativo ao maior número registrado nos últimos anos, 104.600 vagas em 2018.
Com a dificuldade de preencher as vagas com os profissionais locais, as empresas abriram seu leque de recrutamento para outras cidades e países.

Abertura de mercado

A lógica foi simples para as empresas: se meus empregados podem trabalhar de casa, essa casa pode ser em qualquer lugar do mundo. Então, os recrutadores começaram a botar a mão na massa e a expandir sua região de busca de profissionais.
O primeiro indicador que mostra isso é a quantidade de mercados entrevistados por posição, ou seja, em quantos mercados diferentes foram entrevistados candidatos para uma vaga específica. O crescimento foi de quase 50% de 2019 a 2021, de acordo com os números divulgados no estudo Hired’s 2021 State of Tech Salaries.

MERCADOS ENTREVISTADOS POR POSIÇÃO

Número de Mercados por Posição

Número de Mercados por Posição

Os benefícios são óbvios: ao expandir sua área de busca, as empresas têm acesso a mais talentos e podem controlar os salários oferecidos, pois não precisam levar em conta o custo de vida de uma região como California ou New York. Além disso, podem aumentar a diversidade na empresa, um problema ainda muito presente na área de tecnologia.
E para os profissionais brasileiros que buscam vagas de emprego de TI no exterior, a possibilidade de se candidatar a um emprego nos EUA permite ganhar um salário em dólares enquanto trabalham de sua casa ou de um Coworking no Brasil.

Aumento salarial

A lei de precificação de acordo com a oferta e demanda se aplica perfeitamente nesse caso, pois a dificuldade de contratação de profissionais levou a um aumento dos salários dos profissionais de TI no mercado norte-americano.
De acordo com a Dice Tech Salary Report, o salário médio de um profissional de tecnologia nos EUA foi de US$ 97.859,00 em 2020.
O mesmo relatório também mostrou as posições que apresentaram o maior percentual de aumento de salário:

- Analista de Cibersegurança (+16,3%)
- Cientista de Dados (+12,8%)
- Engenheiro DevOps (+12,2%)
- Engenheiro de Suporte Técnico (+8,2%)
- Engenheiro de Nuvem (+6,3%)
- Analista de Negócios (+5,3%)

Uma outra questão interessante que você deve levar em conta ao buscar uma vaga de tecnologia nos EUA é considerar qual a cidade da matriz da empresa que está lhe entrevistando. A série Paycheck to Paycheck da CNBC publicou recentemente uma comparação interessante entre diferentes salários de Engenheiros de Software em diferentes regiões do país:

- Louisville, Kentucky – US$ 70.000 por ano
- Austin, Texas – US$ 93.000 por ano
- San Diego, Califórnia – US$ 120.000 por ano

O inglês como porta de entrada

Se as barreiras físicas foram derrubadas e permitem você trabalhar para qualquer empresa no mundo, isso não se aplica quanto a comunicação: o inglês ainda é a chave para ter acesso a essas oportunidades.
Desde a criação do seu perfil de LinkedIn em inglês, tradução do currículo e preparação para entrevistas de emprego em inglês, você precisa estar pronto para atrair recrutadores e vender seu peixe na hora da entrevista.
Muitos recrutadores de empresas dos EUA, Canadá, Irlanda e Austrália usam o LinkedIn para buscar profissionais aptos para suas vagas e esse processo de busca é feito através de palavras-chave, portanto, isso aumenta ainda mais a importância de você otimizar essas informações de acordo com as práticas de mercado. Uma simples tradução com uma ferramenta automatizada pode diminuir suas chances e causar uma má impressão.
Além disso, se você tiver a preparação certa para o processo de entrevista, estará muito mais tranquilo e saberá como responder as perguntas e destacar suas qualidades profissionais.
Busque o apoio de profissionais especializados nessa tarefa, pois o ROI desse investimento é totalmente justificado considerando o salário potencial em dólares se você for contratado.

Como achar vagas remotas internacionais?

A opção de menor custo e grande retorno, sem dúvida, é apostar no poder do LinkedIn, pois 87% dos recrutadores usar LinkedIn regularmente. Seu objetivo aqui, como falamos anteriormente, é otimizar seu perfil para ser mais facilmente encontrado.
Outra opção interessante é buscar agências e sites especializados. No Brasil, um site bem popular é a Revelo. Nos EUA, você pode buscar sites especializados como a Turing, ou sites mais genéricos, mas extremamente eficientes como a Indeed.
Deixe seu currículo em inglês pronto e lapide o inglês que será necessário para a entrevista de emprego.
No nosso podcast Trabalhar no Exterior, entrevistamos André Martins, que atualmente trabalha para uma empresa nos EUA como desenvolvedor de front-end. Ouça esse bate-papo com muitas dicas práticas.

Lembre-se que nossa equipe na Spark English está pronta para lhe ajudar nesse processo, saiba mais sobre nossos serviços especializados e exclusivos no mercado e entre em contato para internacionalizar sua carreira.

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Otimize seu perfil do LinkedIn em inglês

Perfil do LinkedIn em inglês

Você já ouviu falar em SEO? É um dos termos mais usados em marketing digital e é o acrônimo de Search Engine Optimization, ou seja, otimizar o conteúdo que você publica para melhorar seu ranking nos mecanismos de busca. A mesma lógica se aplica ao seu perfil do LinkedIn em inglês, você precisa muito mais do que uma simples tradução dos termos, você precisa usar as palavras-chave e expressões mais buscadas pelos recrutadores e empresas para aumentar suas chances de ser encontrado.

Considerando que centenas de milhões de pessoas utilizam a plataforma e com a tendência crescente de recrutamento global devido a disseminação do trabalho remoto, você precisa investir na otimização do seu perfil de LinkedIn em inglês para adaptá-lo de acordo com as técnicas de busca utilizadas pelos profissionais de RH.
Por isso, vamos compartilhar nesse post alguns detalhes que você deve observar ao criar o conteúdo para o seu perfil.

Como funciona a busca no LinkedIn?

No último parágrafo usamos a expressão “criar o conteúdo” justamente para você perceber a importância de um perfil em inglês otimizado. Você precisa ter o mesmo objetivo que uma empresa tem ao definir as hashtags de suas publicações nas redes sociais ou ao estabelecer a estratégia de SEO de seu website ou blog: ser encontrado!

É simples assim, você precisa estudar seu mercado, analisar as palavras-chave mais usadas de acordo com seus objetivos profissionais e inseri-las de forma orgânica no seu perfil.
As empresas e recrutadores usam as ferramentas de busca avançada do LinkedIn para afunilar suas pesquisas e encontrar os melhores candidatos. E o mecanismo de busca da plataforma coloca um grande peso sobre o seu resumo inicial (a seção de “Headline” / “Sobre”) e a sua posição atual. Então, é essencial que você use os caracteres limitados desses campos para inserir as competências e segmentos que você quer destacar.

Por exemplo, um profissional de TI deve destacar as áreas em que é um especialista, “Experience in Java / Python / Big Data”, evitando usar jargões e longas expressões que só servem para encher linguiça, como “Extremely accomplished professional with years of experience in Java”. Simplifique a descrição para se destacar!

Quanto à descrição do cargo, ela também tem um grande impacto no mecanismo de busca, então se você deseja, por exemplo, um emprego na posição de Data Scientist, preferencialmente essa descrição deve estar na sua posição atual e em posições passadas. Quando os recrutadores fazem uma busca em massa por essa expressão, ela fica destacada em negrito nos resultados e chama mais a atenção.

Relação entre palavras-chave e competências

Esse é um ponto fundamental que algumas pessoas acabam esquecendo: somente porque existe uma seção de competências (Skills) em seu perfil de LinkedIn, isso não significa que você deve deixar de acrescentar essas competências em outras áreas de seu perfil, principalmente no Headline.

A seção de competências é usada pelo algoritmo de buscas do LinkedIn, mas com uma importância bem menor que seu resumo inicial. Então se você tem experiência em áreas específicas como SQL, SAP, Machine Learning, insira essas palavras-chave no seu texto inicial em inglês, para uma primeira impressão de maior impacto e um conteúdo com maior possibilidade de ser encontrado.

O segredo da URL

Sabemos que a dica de colocar seu nome na URL do perfil do seu LinkedIn é básica, porém, você pode usar um pequeno hack para aprimorar ainda mais essa ferramenta.
Sua URL customizada pode ter até 100 caracteres, então, use esse espaço para inserir uma palavra-chave junto com seu nome. Por exemplo, se você é uma profissional especialista em Python, acrescente isso na sua URL (por exemplo, _https://www.linkedin.com/in/joana-dias-python/_).

O impacto é pequeno no algoritmo de busca do LinkedIn para os profissionais de recrutamento, mas quem lhe encontrar vai perceber esse detalhe e prestar mais atenção no conteúdo de seu perfil. Além disso, seu perfil do LinkedIn em inglês ficará mais otimizado para buscas externas no Google e outros mecanismos de busca.

Resultados mensuráveis

Este item independe do idioma do seu perfil do LinkedIn, porém, principalmente para países como Estados Unidos, Canadá e Austrália, está diretamente relacionado com a cultura local.
Não basta você listar aquilo que fez em cada emprego, focando apenas nas atividades e nas expressões que você quer destacar no texto. Você precisa mostrar números que contextualizem a eficácia do seu trabalho e de sua equipe. Isso é usado como diferencial no momento em que as áreas contratantes decidem quais candidatos seguirão no processo de recrutamento.

Se você desenvolveu um novo layout que aumentou a conversão de clientes na página do carrinho de compras de um site em 38%, ou se você e sua equipe reduziram o tempo de resolução de chamados de 3 dias para 8 horas, agora é a hora de listar essas conquistas.

Resultados numéricos chamam mais a atenção em uma leitura dinâmica (lembre-se que muitas vezes o recrutador analisa centenas de perfis) e aumentam sua chance de ser chamado para uma entrevista de emprego em inglês.

Mantenha-se ativo na plataforma

O LinkedIn é uma rede social. Ainda bem que não é tão caótica quanto o Facebook ou Twitter, mas na sua essência, a plataforma permite grandes possibilidades de networking e divulgação de conteúdo.
Aproveite isso para publicar posts relevantes para suas conexões e/ou seguidores. Aliás, uma dica legal é compartilhar conteúdos em inglês para que se alguma empresa internacional analisar seu perfil em detalhe, perceberá que você interage em inglês na rede, aumentando suas chances para uma vaga no exterior ou de trabalho remoto para uma organização fora do Brasil.

Outro ponto importante é participar ativamente nos grupos do LinkedIn de seu segmento, interagindo com outros profissionais e respondendo dúvidas quando você pode colaborar. Em um dos episódios de nosso podcast Trabalhar no Exterior, entrevistamos Alexandre Marini, um profissional de TI que foi contratado para trabalhar na Suécia, ele compartilhou na conversa que sua participação em grupos de discussão foi um dos fatores que ajudou na sua mudança.

Se você busca uma oportunidade de trabalho remota para uma empresa internacional (e receber seu salário em dólares enquanto gasta em Reais), uma vaga em uma multinacional aqui no Brasil ou tem o sonho de trabalhar em um outro país, otimizar o perfil de LinkedIn em inglês é seu primeiro passo, um investimento com retorno garantido.

E na Spark English, podemos ajudá-lo nesse processo, entre em contato conosco e descubra nossos serviços especializados para perfis de LinkedIn, currículos e preparação para entrevistas de emprego em inglês.
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Trabalhar no Exterior 9 – Luisa Helena Pires, nômade digital

nômade digital

A Luisa criou o site Idas e Milhas e adotou um projeto de dar a volta ao mundo e viver como nômade digital.

Ela está atualmente em San Diego, na Califórnia, e ela mencionou como está sendo interessante essa experiência, pois sempre teve uma resistência contra visitar os Estados Unidos.

Uma das primeiras percepções da Luisa dos EUA é a desigualdade do país, que não é o lugar perfeito que muitos imaginam.

Formada em Recursos Humanos, a Luisa trabalhou 12 anos na área de tecnologia, com foco em gestão de projetos.

A primeira viagem de mochilão foi em 2014, para Bolívia, Peru e Chile. Depois disso, ela sempre aproveitou os 30 dias de férias para fazer uma viagem por ano. Em 2015, o destino foi Patagônia; em 2016 ela foi para o México, Belize e Guatemala, e em 2017 ela foi para a Ásia.

No fim de 2018, ela decidiu que faria uma volta ao mundo. Como uma das principais questões era o dinheiro para realizar esse projeto, ela levantou todos os pertences pessoais que poderia vender e quanto tempo mais ela precisava trabalhar para ter o valor suficiente para iniciar esse projeto.

Assim, ela avisou a empresa com 10 meses de antecedência que ela sairia, para juntar o dinheiro que ela precisava e permitir tempo para a empresa achar um substituto.

Um ponto interessante que a Luisa mencionou foi a preparação psicológica para essa viagem, com a ajuda de terapia, pois ela nunca tinha passado tanto tempo fora de casa.

A viagem começou em 01 de outubro de 2019, com um planejamento de acabar em 2 anos, mas claro que não tinha como ela prever que uma pandemia global aconteceria.

A primeira escala foi nos EUA, depois ela foi para a Europa por um período curto e foi para a Ásia (Tailândia, Malásia, Cingapura, Filipinas, Indonésia), pois é onde o custo seria menor, algo importante nesse início de viagem.

Ela se formou como Travel Designer, uma forma de usar toda a experiência dela em viagens como uma forma de gerar receita durante esse projeto e trabalhar remotamente.

A Luisa é fluente em espanhol e tem dificuldade de aprender inglês, mas ela usou esse tempo para chegar a um nível intermediário e para se comunicar em suas viagens, e essa viagem aos EUA tem ajudado nesse processo. Além disso, ela busca aprender algumas expressões do idioma local para ajudar no dia a dia.

Ela estava há 1 mês na Índia quando começou a pandemia, e foi complicado pois as pessoas começaram a tratar os turistas como as pessoas que “estavam trazendo o vírus” para o país. Nesse momento, ela voltou para a Tailândia, pois era um país onde se sentia mais segura e onde o custo de vida era mais barato.

- Quando ela pensou em voltar para o Brasil já não era mais possível, pois a Europa e EUA haviam fechado as fronteiras, então não conseguiria um voo com conexões. Aí ela conseguiu entrar em um processo de repatriação do governo brasileiro e conseguiu voltar em um voo de 32 horas, o mais longo da vida dela, só com paradas para reabastecimento.

Como ela precisava ficar no Brasil durante a pandemia, ela usou esse tempo para estudar como fazer um blog profissional, botar a prática o projeto de travel designer, além de estudar investimentos já que ela quer continuar com a viagem ao mundo e precisava fazer o dinheiro render.

E durante esse período ela começou a viajar pelo Brasil, da forma mais segura que fosse possível. Ao prestar serviços nos hostels, a Luisa consegue trocar por estadia e minimizar o custo de vida.

Uma última dica importante da Luisa para quem tem interesse em viajar o mundo e viver esse estilo de nômade digital é reduzir seu custo de vida e trabalhar o quanto necessário para guardar um dinheiro, e sempre com foco no seu objetivo final.

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Trabalhar no Exterior 8 – Beno Dresch, gestor de TI na Alemanha

TI na Alemanha

O Beno Dresch é um profissional de tecnologia com mais de 21 anos de experiência em desenvolvimento de software e hoje é gestor de TI na Alemanha em uma empresa global com mais de 12.000 funcionários.

Ele viajou para a Europa em 2007 e conseguiu trabalhar diretamente na área de informática. O primeiro emprego do Beno na Europa foi em Liechtenstein e a entrevista de emprego foi em inglês. Ele está há 6 anos na mesma empresa e está com cargo de gerente há 9 meses.

Para gerenciar profissionais alemães é necessário explicar exatamente o que precisa ser feito, mas por outro lado, eles são extremamente responsáveis e não exigem micro gerenciamento, de acordo com a experiência do Beno. Atualmente ele enfrenta um grande problema de retenção de funcionários na equipe da Índia, com turnover de profissionais de 38%. Mas na Alemanha demissões são muito raras devido a legislação trabalhista, o Beno está com a mesma formação de equipe por 6 anos.

Como o Beno possui cidadania austríaca, isso facilita muito a vida dele na Europa, não precisa enfrentar problemas burocráticos.

A área de TI na Alemanha tem muita necessidade de mão de obra, com muitas oportunidades de emprego e de migração para estrangeiros que sejam profissionais qualificados.
Atualmente ele trabalha de forma virtual e a empresa em breve deve trabalhar em um modelo híbrido. Como a matriz da empresa que ele trabalha é nos EUA, ele usa inglês 60% do tempo e alemão 40% do tempo.

Viver na Europa, com a facilidade de conhecer outros países e outras culturas sem burocracia, tem sido uma experiência fantástica para ele.

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Trabalhar no Exterior 7 – Alexandre Marini conta como é morar na Suécia

Morar na Suécia

O Alexandre é um profissional de banco de dados que começou como funcionário público em Campo Grande, teve uma experiência de vários anos trabalhando em São Paulo e hoje está vivenciando trabalhar e morar na Suécia.

Ele sempre teve participação ativa no fórum do grupo internacional de usuários, e essa participação em inglês diariamente ajudou bastante a aprimorar o conhecimento do idioma. Durante o episódio ele mostra vários momentos em que dominar o inglês foi primordial para gerar oportunidades.

Nem tudo foi fácil no processo, ele explicou como seu passaporte europeu estava vencido no momento de assinar o contrato da empresa que o contratou para trabalhar na Suécia e teve que ir com o passaporte brasileiro, o que dificultou o processo de imigração. Após sua mudança, ele conseguiu renovar o passaporte europeu e isso ajudou na movimentação profissional dele no país.
Um papo muito interessante sobre o foco em qualidade de vida, diferenças culturais, custo de vida no país e detalhes do processo de imigração e legislação local.

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