Como agradecer em inglês (Customer Success)

como agradecer em inglês

Depois de abordarmos 2 temas complicados em nossos tópicos anteriores, como dizer não em inglês e como pedir desculpas em inglês, agora focaremos em um tema mais simples, mas de tremenda importância: como agradecer em inglês nas interações com seus clientes e fornecedores.
Às vezes esquecemos da importância que um agradecimento tem em uma relação comercial. Um experimento interessante feito pelo consultor Jeffrey Slater mostra que uma ação feita com a equipe para ligar e agradecer os clientes pelas compras nos últimos 18 meses aumentou as vendas para esses clientes em 10% nos meses subsequentes.
Quando falamos especificamente de agradecimentos em inglês, a primeira regra é:

1. Não use a expressão “Thank you for your business”

Essa expressão é impessoal e muito genérica. Você deseja fidelizar esse cliente e focar em um relacionamento a longo prazo. Use expressões mais específicas de acordo com o momento. Alguns exemplos são:
– Thank you for using our services.
– Thank you for requesting a proposal.
– Thank you for your order.

Outras dicas de como usar o agradecimento para alavancar seus negócios com clientes internacionais:

2. Agradeça proativamente com informações relevantes para o cliente

Para esse ponto, utilize a inteligência de dados de seu CRM ou ferramenta de chamados para identificar aniversários de relacionamento ou sugestões de melhoria feitas por esse cliente e implementadas no produto ou serviço. E sempre personalize as mensagens.

Exemplos:
– Dear John, thank you for using our service for the last 12 months. Our team is pleased to be together with you in this journey and please let me know if there is anything we can do to improve your experience.
– Dear Susan, thank you so much for your suggestion last August to add new fields to the customer profile for their social media pages. Our product team loved the idea and we have implemented this in our latest version released today. Thanks again for helping us provide a better experience to all our customers.

3. Use o agradecimento no título do e-mail

Essa é uma estratégia simples que pode trazer resultados bem positivos. Um “thank you” no título aumenta a probabilidade de abertura deste e-mail. Experimente isso em seus e-mails de nutrição da base de clientes ou prospects.

Exemplos:
– Thank you for reading our daily newsletter!
– Thanks for contacting our Customer Success Team last week.

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4. Agradecimentos para diferentes situações

Você pode usar diferentes frases em inglês para agradecer o cliente ou fornecedor em situações específicas:
– Quando houve uma situação inesperada em que você precisa pedir desculpas;
Thank you for your understanding.
– Quando você precisa de alguma informação adicional da outra parte;
Thank you for your attention in this matter.
– Quando você precisa da ajuda de alguém;
Thanks in advance for your help.
– Quando alguém lhe fez uma pergunta;
Thank you for your enquiry.

5. Encerramentos de e-mail/chat

Uma das formas mais comuns de agradecimento por escrito em inglês ocorre quando você encerra um e-mail ou uma conversa com alguém no chat. Existem várias formas de dizer esse “muito obrigado” final, abaixo listamos algumas:

Thank you! (simples e objetivo)
Thanks! (um pouco mais informal, mas igualmente eficiente)
Thanks again (quando você já agradeceu no texto anteriormente)
Thanks in advance (quando você solicitou um retorno do cliente)
Many thanks (ótima forma de enfatizar o agradecimento)
I really appreciate your assistance (ao agradecer a ação de alguém)
Cheers! (informal e amigável)

Você conhece seu cliente melhor que ninguém. Saiba quando usar um tom mais formal ou informal, mas lembre-se de sempre consultar as dicas acima para aproveitar ao máximo as oportunidades de agradecimento para melhorar o relacionamento com seus clientes.

Quer mais regras e melhores práticas de inglês para usar com sua equipe de Customer Success? Escrevemos vários artigos para ajudar o processo de comunicação de sua empresa em nosso blog, basta clicar aqui.
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Como pedir desculpas em inglês (Customer Success)

como pedir desculpas em inglês

Já discutimos as melhores formas de dizer não para seu cliente e agora vamos abordar outro item de extrema dificuldade para as operações de Customer Success, como pedir desculpas em inglês.

Antes de listarmos algumas estratégias práticas que você pode utilizar no dia a dia de suas atividades, é importante entendermos a importância de um pedido formal de desculpas, principalmente no cenário atual em que clientes podem disseminar sua insatisfação por meio de diversos canais. Desculpar-se com seus clientes para reverter uma situação adversa melhora a reputação de sua empresa, ajuda na fidelização de clientes e aumenta a capacidade de geração de renda recorrente.

Um estudo publicado por Roy Lewicki (Ohio State University) mostra 6 elementos que devem fazer parte de um pedido de desculpas eficaz:
– Mostrar remorso
– Explicação do erro ocorrido
– Responsabilizar-se pelo erro
– Declarar arrependimento
– Oferecer uma resolução para o problema
– Pedir perdão

Quando tudo isso precisa ser feito em um outro idioma, o cuidado deve ser ainda maior para não piorar a situação com uma comunicação ineficiente.
Veja abaixo algumas dicas de como pedir desculpas para seus clientes e fornecedores em inglês:

1. Assuma a responsabilidade pelo problema

De acordo com os pesquisadores responsáveis pelo estudo mencionado acima, esse é o ponto mais importante para reverter a insatisfação do cliente. O responsável pela resposta ao cliente, seja um agente de Customer Success ou o dono da empresa, deve assumir pessoalmente a responsabilidade em seu texto. Ou seja, use “I’m sorry” ou “I apologize” para mostrar ao cliente que você tem empatia pela situação inconveniente causada pelo evento.
Além disso, evite “criar desculpas” (claro que existem exceções como casos de força maior ou indisponibilidade geral de provedores). Mesmo que a culpa não seja totalmente sua, um pedido de desculpas bem escrito mostrará ao cliente o quão importante ele é para sua empresa.

Exemplos:
– I apologize for the delay and in shipping your order and I will personally send you an update tomorrow with the new arrival date.
– I sincerely apologize for the inconvenience you experienced due to the system outage last night. Please let me know if you need any additional information to forward to your users.

2. Explique o que ocorreu e a causa (se for possível)

É praticamente impossível ter um software livre de algum erro ou um serviço que atenda a todas as necessidades de todos os clientes. Em algum momento você ou alguém de sua equipe cometerá um erro e parte do processo de desculpas é explicar o ocorrido. Isso lhe ajudará a mostrar ao seu cliente que o processo de sua empresa está sob controle e que o ponto problemático foi identificado para que o problema não ocorra novamente.
Entendo que em alguns casos, você não pode oferecer muitos detalhes por questões legais ou de confidencialidade, mas tente ao menos deixar claro para o cliente que a causa foi identificada e corrigida.

Exemplo:
– I apologize for the issue you’re facing in our ticketing system. We have identified the issue that won’t enable attaching files to the ticket. It was an error that affected our customers using Microsoft Edge. The issue is fixed and has been updated in production, so please open a new session in your browser and let me know if it’s working on your side. Also, please let me know if there is anything else I can do to remedy the situation.

Podcast Trabalhar no Exterior

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3. Ofereça uma solução para reverter a insatisfação

No exemplo acima, a solução era objetiva, ou seja, o problema do software foi corrigido e a atualização liberada para o cliente. Na maioria dos casos quando se trata de software ou soluções SaaS, podemos encerrar o chamado e seguir para o próximo cliente.
Porém, se o problema pode causar uma solicitação de cancelamento (e perda de renda recorrente para sua empresa), o pedido de desculpas deve oferecer uma solução que previna o churn. Algumas vezes, um desconto na mensalidade do mês posterior ou uma consultoria grátis para acertar as informações na base podem ser ações com custo imediato, mas que podem trazer um retorno a longo prazo.

Exemplo:
– I want to apologize for the 2-hour system unavailability this afternoon. The issue was fixed, and we have created a process to ensure it doesn’t happen in the future. To thank you for your patience, we are offering a 10% discount on this month’s service fee.

Outras dicas de comunicação para seus pedidos de desculpas em inglês:
– Ao explicar o problema, evite usar o “if” ou “but”, pois normalmente parecem como uma tentativa de não assumir total responsabilidade.
– Para reclamações nas redes sociais, nem sempre a resposta pública é a melhor solução. Um artigo recente da HBR mostra que a exposição geral de respostas abertas pode gerar uma tração negativa para sua marca no Twitter. Use respostas públicas para problemas que afetam toda a base, mas mantenha a comunicação privada com o cliente para erros pontuais.
– Para casos mais graves, termine sua comunicação solicitando que o cliente aceite seu pedido de desculpas: “Please accept my apology”.

Você está pronto para usar essas dicas de inglês em seu trabalho de Customer Success? Criamos um extenso conteúdo para ajudar na comunicação de sua empresa em nosso blog, é só clicar aqui.
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Como dizer não em inglês (Dicas de Customer Success)

como dizer não em inglês

Independentemente do cenário, uma das coisas mais difíceis na vida é dizer não, seja em um relacionamento familiar e principalmente em um ambiente profissional. Quando precisamos negar uma solicitação de um cliente, informar que nosso produto ou serviço não atende a uma determinada necessidade, ou explicar que um problema não pode ser resolvido imediatamente, muitas vezes erramos na linguagem ou no tom de voz. Essa questão fica muito mais complicada para profissionais de Customer Success ou de outras áreas da empresa quando essa comunicação precisa ser feita para um cliente ou parceiro de negócios em inglês.

Mas não se preocupe! Existem algumas estratégias que você pode aplicar na sua comunicação escrita tanto no e-mail quanto em um chat que tornarão esse “não” mais efetivo e, mais importante, manterão um relacionamento positivo com seu fornecedor ou cliente internacional mesmo quando você precisa dizer não em inglês.

1. Seja claro e gentil

É importante que ao mesmo tempo em que você deixa claro para seu interlocutor que não pode atender a sua solicitação (sem meias palavras que gerem alguma dúvida de interpretação), isso seja feito com educação para garantir a continuidade do relacionamento comercial.
Um dos maiores problemas que vemos com nossos clientes é a “mistura de tons de voz”. O profissional usa um tom todo amigável na comunicação, mas acaba sendo “seco” na hora de dizer não, o que deixa uma impressão ruim na outra ponta e mostra falta de empatia. A padronização do tom de voz é essencial.
Exemplos:
Unfortunately, our product does not support this technology currently, but if you’re interested, we can discuss other options.
While we are honored by your invitation, we are not allowed to attend your event due to contractual reasons.

2. Explique os motivos

Muitas vezes, o cliente vive em outra realidade e acredita que sua solicitação é algo óbvio, por isso, é mais resistente a uma resposta negativa. Aqui, é a responsabilidade do profissional explicar os motivos pelos quais não é possível atender a um determinado pedido. Um “não, porque” é muito mais eficaz que simplesmente um “não”. Além de ajudar no entendimento, ajuda no relacionamento a longo prazo, ao educar o cliente quanto as políticas ou restrições existentes.
Exemplos:
I understand how that would be a useful feature, however, the CRM API restricts our ability to provide this information.
I cannot ship this item overnight because the carrier’s deadline for receiving our orders is 4:00 pm.

3. Envolva o cliente na solução

Quando ocorre um problema no serviço oferecido ou até mesmo um bug no produto, é importante primeiro assumir a responsabilidade pela situação e se não for possível resolver a questão imediatamente, é necessário reverter a insatisfação do cliente, envolvendo-o em uma possível solução, mesmo que seja temporária. Além de restabelecer o uso do produto ou serviço pelo cliente, isso ajuda a fortalecer o relacionamento, mesmo em um evento negativo. Veja como certas frases em inglês são perfeitas para essa estratégia.
Exemplos:
Do you think this process would work for you?
Does this solution meet your immediate needs?
Would this different approach help you until we can fix the issue?

Podcast Trabalhar no Exterior

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4. Ofereça uma alternativa

Quando o não é inevitável, o ideal é oferecer uma alternativa para a outra parte. Isso se aplica em várias situações de negócios, desde recusar a participação em uma reunião ou evento até indicar ao cliente que sua necessidade não pode ser atendida. A ideia aqui é mudar a foco da negativa para a ação paliativa que está sendo proposta.
Exemplos:
Unfortunately, all our consultants are booked for this weekend. But I can make sure we have someone available to work on your database on Monday morning.
Our system does not allow access to change the customer e-mail without their consent to remain compliant with GDPR, but we can use a different field in the system to update this information for your agents. Let me send you a link from our knowledge base that will show you how to do this.

5. Não feche a porta para oportunidades futuras

É importante sabermos distinguir o momento certo de dizer “não” e “não nesse momento”. E aqui não estamos nos contradizendo em relação ao primeiro ponto da nossa lista, indicando que você sempre deve ser claro para evitar interpretações erradas. Essa dica final é importante quando falamos de roadmap de produto ou restrições atuais de agenda, por exemplo. Não ter a possibilidade de atender o cliente hoje não significa a impossibilidade de atendê-lo no futuro. E é importante usar a linguagem correta em inglês para manter essa porta aberta.
Exemplos:
We don’t provide this functionality at this moment, but it is a great idea for a new product feature in future releases.
Because of our new release next week, I won’t have enough time to prepare a presentation for this month’s webinar. Could we postpone my participation to next month?

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Aprenda Inglês com podcasts – 10/09/2020

Aprenda Inglês com podcasts - 10/09/2020

Você quer uma forma rápida e prática de aprender e praticar Inglês? Que tal usar podcasts?

Nossa empresa parceira nos EUA, a Spark SMB Data, tem um podcast em Inglês de apenas 2 minutos, para um resumo rápido das principais notícias de economia e negócios daquele dia. Como o foco da empresa é auxiliar o pequeno empresário americano com soluções de inteligência de dados, análise competitiva e de indicadores econômicos, o podcast é uma forma de entregar valor de forma gratuita para esse público, já que o tempo é um dos bens mais importantes para o pequeno empresário,

E quizenalmente, vamos publicar aqui esse conteúdo para que você possa praticar Inglês de qualquer lugar 🙂

Para acessar diretamente o podcast, você também pode assinar o feed do “the 2-minute drill small business podcast” na Apple Podcasts, Spotify ou sua plataforma de podcasts predileta.

Também temos uma versão em vídeo do podcast se você preferir, basta se inscrever no canal do YouTube.

Ouça (ou assista) abaixo os último episódios e até o próximo post de “aprenda Inglês com podcasts”!

– 01 de setembro

– 02 de setembro

– 03 de setembro

– 04 de setembro

– 08 de setembro

Aprenda Inglês com podcasts – 15/08/2020

Aprenda Inglês com podcasts

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E semanalmente, vamos publicar aqui esse conteúdo para que você possa praticar Inglês de qualquer lugar 🙂

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Também temos uma versão em vídeo do podcast diário se você preferir, basta se inscrever no canal do YouTube.

Ouça (ou assista) abaixo os episódios dessa semana e até semana que vem com outro post de “aprenda Inglês com podcasts”!

– 10 de agosto

– 11 de agosto

– 12 de agosto

– 13 de agosto

– 14 de agosto

Você sabe o significado dos nomes dos times da NBA?

O crescimento global da NBA é impressionante. Até o início da década de 90 era muito raro encontrar um jogador estrangeiro na liga, pois o status de “profissional” impedia que os atletas representassem seus países nas Olimpíadas. Assim, sempre ficaremos na dúvida em como seria a performance do grande “Oscar Mão Santa” na NBA. Porém, tudo mudou com o “Dream Team” que disputou as Olimpíadas de Barcelona em 1992. Atualmente temos 113 atletas estrangeiros de 41 países na NBA e a liga percebeu o quão importante o mercado internacional é para o seu produto. No Brasil, além de vários jogos que passam semanalmente nos canais da ESPN e SPORTV, você pode assinar ao “League Pass” e assistir a qualquer jogo a qualquer hora. Pessoalmente, acho o serviço fantástico, pois é a única chance de assistir meu time, Orlando Magic, visto que nas últimas temporadas ele tem sido tão fraco, que nenhum canal se dá ao trabalho de passar um jogo deles.

Se você quiser conhecer mais sobre a história da NBA, leia nosso post sobre a fusão e contratos de TV da liga ao longo do tempo. Agora, você já parou para pensar qual o significado dos nomes de cada time da NBA? Se você tem essa curiosidade, está no lugar certo. Vamos passar pelos 30 times da liga esportiva mais organizada e divertida do planeta.

Atlanta Hawks

O fato interessante da história do Hawks é que a franquia surgiu em 1948 e foi concedida para um grupo de 3 cidades, conhecida como “Tri-Cities” (Rock Island e Moline, no estado de Illinois, e Davenport em Iowa). Imagine algum cenário hoje em dia em que um time pertencesse ao mesmo tempo a 3 cidades, realmente não faz muito sentido.
O nome original do time era Blackhawks em homenagem a um chefe indígena da tribo Sauk e quando a franquia mudou para Milwaukee em 1951, o nome foi encurtado para Hawks (Falcões). Depois de uma nova mudança para St.Louis, o time mudou para Atlanta em 1968 e permanece lá até hoje, apesar de ficar longe de ser o time mais popular da cidade (Braves e Falcons são os xodós de Atlanta).
Os jogadores que mais se destacaram no Hawks são Dominique Wilkins, uns dos primeiros atletas da NBA a se destacar pela parte atlética e suas enterradas na década de 80 e o ídolo Dikembe Mutombo que era uma força defensiva no garrafão.

Boston Celtics

O time mais vencedor da NBA (são 17 títulos com a última conquista na temporada de 2007-2008) tem uma história riquíssima. Larry Bird, Bill Russell, John Havlicek, entre outros craques, ajudaram a tornar esse time um dos mais queridos (e odiados) da liga. A rivalidade (e amizade) entre Larry Bird e Magic Johnson ajudou a ressuscitar a NBA de uma época terrível, em que o basquete universitário era muito mais popular que o profissional e que a liga era mais conhecida pelos problemas de jogadores com drogas do que pela qualidade do espetáculo.
A cidade de Boston tem uma influência irlandesa muito grande, então quando o dono da franquia escolheu o nome do time em 1946, deixou de lado opções como Unicorns (imagina a gozação hoje em dia se tivéssemos o time dos Unicórnios) para abraçar as raízes da cidade e selecionar Celtics (Celtas, nome de origem grega para referenciar as pessoas da região da Irlanda, País de Gales e outros territórios britânicos).

Brooklyn Nets

O nome Nets (Redes) parece óbvio demais para um time de basquete, porém, a situação fica ainda mais engraçada se você perceber que ele rima com Jets e Mets, franquias de futebol americano e baseball em New York. O nome original do time era New Jersey Americans, mas mudou para New York em 1968 e quando retornou a New Jersey em 1977 manteve o nome Nets.
A franquia mudou para Brooklyn em 2012, região hipster de New York, com um ginásio belíssimo, mas com uma torcida não muito animada. Porém, tenho que admitir que o uniforme preto e branco é um dos mais bonitos da NBA na minha opinião.

Charlotte Hornets

Quando uma franquia foi concedida originalmente a cidade de Charlotte em 1987, os proprietários sugeriram o nome Spirit, mas a torcida rejeitou e um concurso foi feito, onde o nome Hornets (Vespões) foi o escolhido. O time do Hornets da década de 90 com Alonzo Mourning e Muggsy Bogues (de apenas 1,60 m) era extremamente simpático e foi bastante competitivo na época.
Porém, o estado de North Carolina é apaixonado por basquete universitário, com a grande rivalidade entre as universidades de Duke x UNC, então devido à falta de apoio popular, a franquia mudou-se para New Orleans em 2002. Em 2004, Charlotte ganhou uma nova franquia chamada Bobcats, e em 2014 recuperou o nome Hornets.

Chicago Bulls

Time do maior jogador de basquete de todos os tempos, Michael Jordan, que junto com seu fiel escudeiro Scott Pippen e o guru Phil Jackson, conquistou 6 títulos da NBA. Além disso, lógico, ele salvou a Terra com a ajuda do Pernalonga no filme Space Jam.
O nome Bulls (Touros) veio de uma história engraçada: o dono da franquia organizou um processo de brainstorming para escolher o nome do time em 1966 e ele queria que o nome remetesse a força da indústria de carnes de Chicago. Quando nomes como Matadors e Toreadors começaram a aparecer no processo, o filho do dono disse que os nomes eram bobagem, usando no inglês informal “bull” em sua reclamação. Portanto a coincidência da tradução em Português de “bull” significar tanto bobagem quanto touro, deu origem a um dos times com maior torcida ao redor do mundo.

Cleveland Cavaliers

O time (e a cidade) que sofreu por décadas sem um título e que chegou aos céus graças a Lebron James na última temporada, virando a série contra o Warriors (perdiam de 3 x 1) e com o toco mais sensacional da história do basquete nos últimos minutos do jogo 7 para garantir a vitória. Ah, não podemos esquecer de Kyrie Irving, Kevin Love e J.R. Smith (o cara que realmente gosta de ficar sem camisa, como mostram todas as celebrações do título).
Quanto ao nome Cavaliers (Cavaleiros), surgiu a partir de uma votação de um jornal local na década de 70. Uma das outras opções era Presidents (que pessoalmente acho um nome muito legal e abre múltiplas possibilidades para mascotes do time…pensando bem, eu não gostaria de ver um mascote do Trump).

Dallas Mavericks

Um dos nomes mais legais (Mavericks = “Excêntricos” ou também um termo informal para “Cowboys”), com um dos jogadores mais legais dos últimos anos, o alemão Dirk Nowitzki (o arremesso dele é uma obra de arte), com o dono mais legal que ajudou a modernizar a liga, o bilionário Mark Cuban, forma uma combinação que gerou um dos times mais simpáticos da NBA e que ganhou o título na temporada de 2010-11.
O nome foi escolhido através de um concurso de uma rádio de Dallas, onde Mavericks foi o nome escolhido por 41 pessoas (é, os tempos eram outros).

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Denver Nuggets

Mais um fato interessante: o time de Denver, que veio da ABA (antiga liga profissional que posteriormente ajudou a formar a NBA), chamava-se Rockets, mas como já existia essa franquia em Houston, o time precisou fazer um concurso para definir um novo nome. A escolha de Nuggets (Pepitas) está relacionada a tradição de mineração dessa região do Colorado.
O time de Denver estrelou uma das maiores zebras da história dos playoffs da NBA quando em 1994 o esquadrão liderado por Mutombo (ele de novo) eliminou o 1º colocado da temporada regular, o Seattle Sonics de Gary Payton e Shawn Kemp (aliás, é um absurdo Seattle não ter uma franquia atualmente).

Detroit Pistons

A franquia surgiu na cidade de Fort Wayne, no estado de Indiana, e seu dono, Frank Zollner, fabricava pistões, então o time se chamava Zollner Pistons (Pistões). Quando o time mudou para Detroit em 1957, manteve o nome, pois tinha tudo a ver com a cidade que era um grande polo automobilístico (e que hoje passa por grandes dificuldades financeiras).
Apesar do time ter ganho um título na década passada, a equipe que marcou época foi a do bicampeonato no fim dos anos 80, com Isiah Thomas, Joe Dumars, Bill Laimbeer e Dennis Rodman, os “Bad Boys” (que jogavam muito, mas batiam até na mãe, em uma época que falta intencional só era marcada se saísse sangue).

Golden State Warriors

O atual “Super Time” da NBA, que bateu o recorde de 73 vitórias em uma temporada regular no ano passado e que possui os astros Stephen Curry, Kevin Durant, Klay Thompson e o “xerife” Draymond Green. Mesmo que basquete não seja seu esporte predileto, ver um jogo do Warriors é um espetáculo ofensivamente e já estou salivando para a nova final com o Cavaliers esse ano (a não ser que ocorra alguma contusão nos 2 times, será muito difícil que isso não ocorra).
A franquia surgiu em Philadelphia, mudou-se para San Francisco em 1962 e finalmente o Golden State Warriors (Guerreiros) mudou-se para Oakland em 1971. Ah, o nome “Golden State” (Estado Dourado) refere-se ao estado da Califórnia.

Houston Rockets

Para a torcida de Houston que teve que aguentar Brock Osweiller esse ano na NFL (homenagem aos meus amigos Murilo e Pedro), o time dos Rockets tem sido uma surpresa agradabilíssima nessa temporada. Com o craque James Harden e um esquema de jogo que favorece o espaço em quadra e 800.000 arremessos de 3 pontos por jogo, o time ressuscitou o bordão “a melhor defesa é o ataque”.
A franquia nasceu em San Diego e o nome Rockets (Foguetes) foi escolhido através de um concurso. Quando o time mudou para Houston, o nome encaixou perfeitamente, pois a cidade possui um centro espacial da NASA.
O maior ídolo da história do clube é Hakeem Olajuwon e o título de 1995 foi sobre meu querido Orlando Magic, em que tomamos uma surra de 4 x 0 nas Finais.

Indiana Pacers

Um dos nomes mais obscuros dos times de esportes americanos foi escolhido por um dos investidores do time em 1967. “Pace” significa “Ritmo” ou “Cadência”. Como o estado de Indiana tem uma tradição histórica de “Harness Racing” (uma espécie de corrida de cavalo com uma charrete) e “pace” é o ritmo usado pelos animais na corrida e além disso o automobilismo é um dos tesouros da região (500 Milhas de Indianápolis) onde temos o “pace car”, acabou-se escolhendo Pacers para o nome da franquia.
O grande ídolo da história do clube foi Reggie Miller, um dos primeiros jogadores a se destacar na liga como um especialista de 3 pontos e que possui um jogo histórico no Madison Square Garden em que marcou 8 pontos em 9 segundos e quase levou o Spike Lee e a torcida do Knicks à loucura.

Los Angeles Clippers

O Buffalo Braves mudou para San Diego em 1978 e para ter um nome mais relacionado com a cidade costeira, os donos escolheram Clippers, que é uma espécie de grande veleiro, popular no século 19. O time mudou para Los Angeles em 1984 e manteve o nome, sendo o “saco de pancadas” da liga por muito tempo, até se destacar nos últimos 5 anos com Blake Griffin e Chris Paul.
A série da 1ª rodada dos playoffs conta o Spurs em 2015 é histórica, principalmente o jogo 7.

Los Angeles Lakers

Primeiro, vamos aos fatos: Los Angeles não tem tradição nenhuma de lagos (cuja tradução em inglês é “lakes”), então por que a equipe se chama Lakers?
Porque o time surgiu em Minnesota, que possui mais de 10.000 lagos e quando mudou para o sul da Califórnia, decidiu-se manter o nome da franquia que era muito popular.
Junto com o Celtics é o time mais tradicional da NBA, com 17 títulos, o último em 2020, liderado por LeBron James.
Eu me apaixonei por basquete graças ao time do Lakers da década de 80, com o incomparável Magic Johnson, que trouxe o “Showtime” à NBA com seus passes brilhantes e uma equipe que tinha o maior pontuador da história da liga na parte final de sua carreira, Kareem Abdul Jabbar, com 38.387 pontos.

Memphis Grizzlies

Um dos times mais regulares dos últimos anos com um esquema baseado em uma defesa forte e a genialidade de Marc Gasol (um dos melhores pivôs da NBA atualmente, mas que não recebe o crédito que merece), na verdade, só chegou em Memphis na temporada de 2002. A franquia surgiu em 1994 em Vancouver, no Canadá, e o nome Grizzlies foi escolhido em um concurso e refere-se ao urso cinzento originário da região.

Miami Heat

Heat significa “calor” ou “fogo”, então, se você conhece Miami, entende porque este foi o nome escolhido pelos donos da franquia a partir das mais de 20.000 sugestões que receberam em 1986. Na minha opinião, deveriam mudar para Sharks e colocar o tubarão do “Sharkanado” como mascote. #ficaadica
O time tem 3 títulos, sendo um liderado por Dwayne Wade e Shaquille O’Neal em 2006 e 2 títulos com o trio Wade, Bosh e Lebron em 2012 e 2013.

Milwaukee Bucks

Originalmente, no concurso realizado para escolha do nome da franquia, o público escolheu Robins (Tordos, uma espécie de passarinho). Porém, os donos decidiram escolher um nome mais forte e selecionaram Bucks (Cervos). Como torço para o time da NFL que é representado por golfinhos, não posso dar minha opinião nesse caso.
O time de Milwaukee ganhou o título em 1971 e atualmente possui um dos jogadores jovens mais promissores da NBA, Giannis Antetokounmpo, um ala grego de 22 anos de 2,11 m, habilidoso e com braços tão longos quanto um boneco de posto. Se você tem o League Pass, assista quando puder os jogos do Bucks para acompanhar a evolução dele.

Tailgate Zone
Tailgate Zone

Minnesota Timberwolves

Mais um nome que surgiu através de um concurso popular quando a franquia foi criada em 1986. O nome Timberwolves (Lobos Cinzentos) venceu Polars (oportunidade perdida de termos um time da NBA com um urso polar como mascote) com o dobro dos votos. Outro nome sugerido foi Blizzard, então você consegue perceber o quão frio é o inverno em Minnesota.
O time que se destacou na década de 90 com os jovens Kevin Garnett e Stephen Marbury, hoje também aposta em um time novo, com destaque para a sensação Karl Anthony Towns.

New Orleans Pelicans

New Orleans recebeu o Hornets (que se mudou de Charlotte). Porém, em 2012, decidiu-se mudar o nome da franquia para algo que representasse mais essa região da Louisiana. Decidiu-se pelo nome Pelicans (Pelicanos), pois o pelicano marrom é o pássaro que representa o estado.
A parte mais legal da mudança do nome foi, sem dúvida, o mascote, que tinha um cara assustadora. Tão assustadora, que as crianças começaram a ficar com medo e precisaram inventar um “acidente” com o mascote (solução genial), para que ele fizesse uma cirurgia plástica e ficasse com uma expressão mais amigável.

New York Knicks

O Knicks na verdade é uma forma curta de “Knickerbockers”, que era uma calça curta usada pelos holandeses que colonizaram a região de New York e depois foi usado como um termo simbólico para identificar alguém da cidade.
Um dos times mais tradicionais da NBA, joga no lendário MSG, mas seu último título foi em 1973. A final de 1970 é histórica, onde Willis Reed começou o jogo 7 das Finais com uma lesão muscular gravíssima (ainda bem que não tinha antidoping na época) e ajudou o Knicks a vencerem o Lakers.

Oklahoma City Thunder

A cidade de Oklahoma City é muito simpática, o nome do time é legal (“Thunder” significa Trovão), o time tem se destacado muito nos últimos anos com Kevin Durant (antes de sair para o Warriors neste ano) e Russell Westbrook (que virou o perfeito “One Man Show” com seus “triple-doubles”). Para variar um pouco, o nome foi escolhido em um concurso regional (MAIS UM!).
Porém, ainda não consigo acreditar que os donos da franquia tiraram o time de Seattle, onde o SuperSonics era um dos times mais divertidos (e com o uniforme mais legal) da NBA.

Orlando Magic

O nome da franquia, Magic (Mágica) é para ligar o time à atração mais famosa da cidade, Disney World (e seu principal parque, Magic Kingdom). O interessante é que no concurso feito pelo jornal local, o nome escolhido pela maioria foi Challengers, em homenagem ao ônibus espacial que saiu de Cape Canaveral (na região próxima a Orlando) e explodiu em 1986. OS dirigentes podem ter evitado o nome explosivo, mas o time atualmente está uma bomba (sim, é meu momento “corneta”).
O time teve sua primeira época áurea na década de 90 com Shaquille O’Neal (que ainda mora na região) e Penny Hardaway. Depois, na década passada, tivemos outro momento especial com Dwight Howard e o técnico Stan Van Gundy. Agora, só sobram as lembranças e uma das arenas mais legais da NBA (sério, quem visitar Orlando deve ver um jogo no Amway Arena).

Philadelphia 76ers

Originalmente o time era o Syracuse Nationals e quando mudou para Philadelphia em 1963, escolheu-se o nome 76ers como uma homenagem ao ano da declaração da independência dos EUA, em 1776.
O time foi campeão pela última vez na temporada de 1982-83 com o lendário Julius Erving, mais conhecido como Doctor J, o rei das enterradas em sua época. Hoje, o time aposta todas as fichas em um outro pivô, o jovem Joel Embiid.

Phoenix Suns

Mais um time, mais um concurso. Desta vez, o gerente geral do time escolheu Suns (Sóis) a partir das 28.000 sugestões recebidas. Uma das opções era Scorpions (Escorpiões), que nos leva a mais uma chance perdida na história da liga para ter um dos mascotes mais legais de todos os tempos.
A final de 1993 entre o Phoenix Suns, liderado por Charles Barkley, e o Chicago Bulls, liderado por Jordan, ainda é uma das séries mais lembradas que a NBA já teve.

Portland Trailblazers

Este é um outro exemplo de concurso em que o nome mais votado não foi o escolhido, pois Pioneers (Pioneiros) já era usado pela universidade Lewis & Clark College. Então, a escolha para o nome da franquia criada em Portland em 1970 foi Trailblazers (Desbravadores ou Pioneiros).
O time foi campeão em 1977 com um dos melhores pivôs da história da liga e uma das figuras mais excêntricas, Bill Walton, que só não teve uma carreira de mais destaques devido as constantes contusões. Seu filho, Luke Walton, é o atual técnico do Lakers.

Sacramento Kings

Os Kings (Reis) são uma franquia que já viajaram ao redor dos EUA, começando em Rochester em 1945, mudando para Cincinnati em 1957 e depois para Kansas City em 1972, até finalmente chegar na capital da Califórnia em 1985.
O time mais famoso da franquia foi o de 2001-2002, em que chegaram a final da conferência oeste e perderam (com uma ENORME ajuda da arbitragem) para o Lakers. A equipe de Vlade Divac, Chris Webber e Peja Stojakovic merecia sorte melhor.

San Antonio Spurs

Os pupilos de Greg Popovich alcançaram a inacreditável marca de 19 participações seguidas nos playoffs e se chegarem na pós-temporada este ano, quebrarão o recorde da NBA de 20 anos consecutivos. Foram 4 títulos durante esta época, sob o comando de Tim Duncan e esse sucesso iniciou com o “Almirante” David Robinson e continua hoje em dia com um dos jogadores mais completos da liga, Kawhi Leonard.
Originalmente, o time era o Dallas Chaparrals, mas foi comprado por um grupo de San Antonio que realizou uma votação para escolha do nome. O vencedor foi Aztecs, mas diversas universidades usam esse nome, então o nome selecionado foi Spurs (Esporas), devido à forte influência dos cowboys no estado do Texas.

Toronto Raptors

Toronto recebeu sua franquia da NBA em 1994 e a votação popular decidiu pelo nome Raptors (uma espécie de dinossauro) graças a popularidade do filme Jurassic Park que havia estreado nos cinemas um ano antes.
Quando escrevemos originalmente esse post em 2015, o Toronto estava homenageando o time antigo da cidade, os Huskies, com um visual antigo muito legal na quadra e uniformes.

E nunca imaginaríamos que o Raptors seria campeão em 2019, liderados pelo excepcional Kawhi Leonard!

Utah Jazz

Se você conhece Salt Lake City, a cidade dos EUA com uma grande influência dos mórmons, sabe que o nome Jazz não tem muito a ver com a cultura local. Porém, a franquia nasceu em New Orleans em 1974 e quando mudou para o estado de Utah em 1979, os donos resolveram manter o nome.
A torcida sempre lembrará da grade dupla que levou o time a uma posição de destaque durante muitos anos, Karl Malone e John Stockton.

Washington Wizards

Não é só na NFL que a capital dos EUA tem problemas com o nome da franquia. Originalmente, o time se chamava Bullets (Balas de armas), porém, devido a associação deste nome com violência, os donos resolveram mudar o nome através de um concurso (prometo que é a última vez que menciono essa palavra no texto). O vencedor foi Wizards (Feiticeiros), que talvez seja o que precisaremos em Washington para sobreviver ao cenário político atual dos EUA.
Um fato interessante do WIzards é que foi lá que Michael Jordan encerrou sua carreira de jogador.

Se você curtiu estas curiosidades dos times da NBA e quer saber a origem dos nomes dos times da NFL, acesse este post de nosso blog.

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